06 julho, 2008

Fabricação fibra óptica

Uma fibra óptica é constituída por dois vidros transparentes, dispostos coaxialmente: um vidro no cilindro interno, de índice de refração mais elevado, e um vidro de revestimento, de índice de refração mais baixo. Um raio luminoso, que penetra no cilindro interno da fibra por uma de suas extremidades, propaga-se longitudinalmente até a outra extremidade graças às reflexões totais que sofre na interface entre o vidro central e o vidro periférico.

A fabricação das fibras ópticas exige o emprego de vidros de alta pureza. As fibras destinadas às telecomunicações são geralmente fabricadas por procedimentos de reações, na fase de vapor, a parir de silício puro, ao qual são incorporados dopantes que permite obter o índice de refração desejado.

As fibras ópticas geralmente são agrupadas em feixes de fibras que contêm desde algumas unidades até vários milhões, dependendo da aplicação. Estes feixes podem ser flexíveis ou rígidos e transmitir luz, imagens ou informações. O comprimento das fibras é da ordem de grandeza do centímetro, nos feixes rígidos, e de vários quilômetros, no caso de guias de ondas ópticas. Os condutores de luz, geralmente flexíveis são protegidos externamente por uma bainha de plástico. São empregados em endoscopia, médica ou industrial, e ligados a sistemas optoeletrônicos, para a detecção de chamas ou para a leitura de cartões perfurados.

Se as fibras forem dispostas de tal modo que a posição de cada uma delas em relação as outras seja a mesma em cada extremidade de feixe, obtém-se então um condutor de imagem. Uma imagem formada em uma das extremidades do feixe é transportada ponto por ponto até a outra extremidade. Os feixes de fibras curtas são enrijecidos por compactação a quente ou pelo emprego de uma resina endurecedora. São empregados como anamorfosadores de luz ou de imagem.

As placas de fibras ópticas são constituídas de um número muito grande de fibras dispostas paralelamente ao eixo de um cilindro. Tais placas, apresentando ambas as faces planas e polidas, permitem transportar imagens de um plano para outro. Podem ser fabricados, assim, fundos de tubos catódicos e amplificadores de imagens. As fibras ópticas podem ser utilizadas como condutores de informações.

Uma ligação óptica compreende: um emissor, que transforma um sinal elétrico multiplexado, freqüentemente numérico, em sinal luminoso; uma fibra óptica protegida e separada de outras fibras dentro de um cabo óptico; um receptor, que restitui o sinal elétrico na chegada; e, eventualmente , repetidores intermediários. Os conversores eletroópticos utilizados são constituídos por semicondutores dopados ou por dispositivo dopados ou por dispositivos mais complexos.

Para ligações urbanas ou interurbanas curtas, ou para a televisão com distribuição por cabo, são empregadas fibras multimodais, que permitem a propagação de ondas segundo um grande número de modos eletromagnéticos diferentes , com um comprimento de onda portadora de 0,85µm. para ligações de distância superiores, são empregadas fibras que não admitem, em princípio, mais de modo eletromagnético, com comprimento de onda portadora de 1,2µm.

As fibras ópticas podem servir também como captadores. A grandeza a ser medida age, por efeito físico (deformação) ou por efeito eletromagnético, sobre uma característica da luz coerente emitida por uma fonte (laser) e que se propaga em uma ou duas fibras.

Para aperfeiçoar a características, mecânicas, geométricas e ópticas de uma fibra óptica sua fabricação se efetua, habitualmente, em processos de varias etapas. Além do mais, esta forma de fabricação permite uma produção em grandes quantidades, rápida e rentável, atualmente são premissas fundamentais para as telecomunicações ópticas.

Os materiais básicos usados na fabricação de fibras ópticas são sílicas puras ou dopada, vidro composto e plástico. As fibras óptica fabricadas de sílica pura ou dopada são as que apresentam as melhores características de transmissão e são as usadas em sistemas de telecomunicações. Todos os processos de fabricação são complexos e caros. A fibra óptica fabricadas de vidro composto e plástico não tem boas características de transmissão (possuem alta atenuação e baixa faixa de banda passante) e são empregadas em sistemas de telecomunicações de baixa capacidade e pequenas distâncias e sistemas de iluminação. Os processos de fabricação dessas fibras são simples e baratos se comparada com as fibras de sílica pura ou dopada.




Fabricação de uma preforma de vidro

Existem vários métodos para a fabricação de uma pré-forma para fibras ópticas. Descreveremos aqui o Método de Deposição de Vapores Químicos. Na figura abaixo mostramos um esquema onde o oxigênio é bombeado juntamente com soluções químicas de Silício e Germânio, entre outras. A mistura correta dos componentes químicos é que vai caracterizar a pré-forma produzida (índice de refração, coeficiente de expansão etc).

Um tubo especial de sílica ou quartzo (que será a casca da fibra) é preenchido com a mistura de substâncias químicas (que será o núcleo da fibra). Para este processo é utilizada uma espécie de torno que gira constantemente sob o calor de uma chama. Quando a mistura de substâncias é aquecida, o Germânio e o Silício reagem com o oxigênio formando o Dióxido de Silício (SiO2) e o Dióxido de Germânio (GeO2), que se fundem dentro do tubo formando o vidro do núcleo. A fabricação da pré-forma é totalmente automatizada e leva horas para ser completada.

Depois que a pré-forma esfria passa por testes de qualidade, garantindo a pureza dos vidros fabricados.



Existem 4 tipos de processos de fabricação deste tipo de fibra e a diferença entre eles está na etapa de fabricação da preforma (bastão que contém todas as características da fibra óptica, mas possui dimensões macroscópicas). A segunda etapa de fabricação da fibra, o puxamento, é comum a todos os processos.

PVCD (Plasma Chemical Vapour Deposition)

A diferença básica deste método, ilustrado abaixo, em relação ao MCVD é que ao invés de usar um maçarico de oxigênio e hidrogênio, usa-se um plasma não isotérmico formado por uma cavidade ressonante de microondas para a estimulação dos gases no interior do tubo de sílica.

Neste processo, não é necessária a rotação do tubo em torno de seu eixo, pois a deposição uniforme é obtida devido à simetria circular da cavidade ressoante. A temperatura para deposição é em torno de 1100oC. As propriedades das fibras fabricadas por este método são idênticas ao MCVD.




OVD (Outside Vapour Deposition)


Este processo baseia-se no crescimento da preforma a partir de uma semente, que é feita de cerâmica ou grafite, também chamada de mandril. Este mandril é colocado num torno e permanece girando durante o processo de deposição que ocorre sobre o mandril.

Os reagentes são lançados pelo próprio maçarico e os cristais de vidro são depositados no mandril através de camadas sucessivas. Nesse processo ocorre a deposição do núcleo e também da casa, e obtém-se preforma de diâmetro relativamente grande, o que proporcionam fibras de grande comprimento (40 km ou mais). Após essas etapas teremos uma preforma porosa (opaca) e com o mandril em seu centro.

Para a retirada do mandril coloca-se a preforma num forno aquecido a 1500oC que provoca a dilatação dos materiais. Através da diferença de coeficiente de dilatação térmica consegue-se soltar o mandril da preforma e a sua retirada. O próprio forno faz também o colapsamento da preforma para torná-la cristalina e maciça.

Esse processo serve para a fabricação de fibras do tipo multimodo e monomodo de boa qualidade de transmissão.



VAD (Vapour Axial Deposition)

Neste processo, a casca e o núcleo são depositados mas no sentido do eixo da fibra (sentido axial). Neste processo utilizam-se dois queimadores que criam a distribuição de temperatura desejada e também injetam os gases (reagentes). Obtém-se assim uma preforma porosa que é cristalizada num forno elétrico à temperatura de 1500oC. Este processo obtém preforma com grande diâmetro e grande comprimento, tornando-o extremamente produtivo.



Puxamento de uma preforma em uma torre de puxamento.

Depois do teste da pré-forma, ela é colocada em uma torre de puxamento conforme a imagem abaixo:



Coloca-se a pré-forma em um forno de grafite (com temperaturas de 1.900 a 2.200 Celsius). O vidro da pré-forma derrete e cai por ação da gravidade. Conforme cai, forma um fio que é direcionado, pelo operador da torre, a um micrômetro a laser e para recipientes onde receberá camadas de sílica protetora. Um sistema de tração vagarosamente puxa a fibra da pré-forma. Como todo o processo é controlado por computador, o micrômetro a laser controla permanentemente o diâmetro da fibra fazendo com que o sistema de tração puxe mais lentamente ou mais rapidamente a fibra da pré-forma. Geralmente as fibras são puxadas a velocidades entre 10 e 20 m/s. O produto final, ou seja, a fibra óptica é enrolada em carretéis.

DOUBLE CRUCIBLE (Duplo Cadinho)

Este processo é semelhante ao anterior, mas os vidros vêm na forma de bastão, os quais são introduzidos no forno do puxamento, que contém dois cadinhos. Neste processo, a geometria dos vidros alimentadores não é tão importante como no processo anterior. Neste processo consegue-se a variação do índice de refração através da migração de íons alcalinos que mesclam a concentração dos vidros interno e externo.

Fabricação de fibras de plástico

A fabricação de fibras de plástico é feita por extração. As fibras ópticas obtidas com este método têm características ópticas bem inferiores às de sílica, mas possuem resistências mecânicas (esforços mecânicos) bem maiores que as fibras de sílica. Têm grandes aplicações em iluminação e transmissão de informações a curtas distâncias e situações que oferecem grandes esforços mecânicos às fibras.

Testes das fibras puxadas

Os testes mais comuns que os fabricantes de fibras realizam são: tensão mecânica, índice de refração, geometria, atenuação (perdas), largura de banda, dispersão cromática, temperatura de operação, perdas dependentes da temperatura de operação, habilidade de condução de luz sob a água.

Depois que os carretéis de fibras passam pelos testes de qualidade e são aprovados eles serão vendidos a empresas que fabricam cabos.

PS.: Caros, peço desculpas pela bibliografia que não tenho mais. Esse conhecimento não é meu, foi retirado de alguns sites da internet que não possuo mais os link's.

Lista fibra óptica

1. Como as fibras podem ser classificadas?

As fibras são classificas em função do material do núcleo, conforme relacionado abaixo:
- Material: silicia (fibra de vidro) e fibras de plástico;
- Índice de refração: degrau ou abrupto e gradual;
- Modo de propagação da luz: multímodo índice degrau, multímodo índice gradual e monomodo.

2. Quais são as aplicações típicas das fibras de sílica e de plástico?

As fibras de sílicas são empregadas em telecomunicações por terem melhor desempenho e menor atenuação, já as fibras de plástico são usadas em redes locais de computadores e redes industriais.

3. Explique porque as fibras multímodo de índice gradual podem ser utilizadas em aplicações de longas distâncias e as de índice degrau em pequenas distâncias.

As fibras multimodo de índice gradual possuem núcleo composto de um índice de refração variável, permitindo a redução do alargamento do impulso luminoso. Conseguimos o índice de refração gradual nesta fibra dopando com doses diferentes o núcleo da fibra, o que faz com que o índice de refração diminua gradualmente do centro do núcleo até a casca. Na prática, esse índice faz com que os raios de luz percorram caminhos diferentes, com velocidades diferentes, e cheguem à outra extremidade da fibra ao mesmo tempo praticamente, aumentando a banda passante e, conseqüentemente, a capacidade de transmissão da fibra óptica.

As fibras multimodo de índice degrau possuem um núcleo composto por um material homogêneo de índice de refração constante e sempre superior ao da casca. A banda passante desta fibra é muito estreita, o que restringe a capacidade de transmissão da fibra com relação à distância e à capacidade de transmissão.

4. Como são classificadas as perdas por absorção?

- Absorção intrínseca: este tipo de absorção depende do material usado na composição da fibra e constitui-se no principal fator físico definindo a transparência de um material de numa região espectral especificada.
- Absorção extrínseca: resulta da contaminação de impurezas que o material da fibra experimenta durante seu processo de fabricação.
- Absorção por efeitos estruturais: resulta do fato de a composição do material da fibra estar sujeita a imperfeições, como por exemplo, a falta de moléculas ou a existência de defeitos do oxigênio na estrutura do vidro.

5.Explique o que é perda por dispersão em uma fibra óptica e o que é Dispersão material, intramodal ou Dispersão Cromática.

Perda por dispersão em uma fibra óptica resultado dos diferentes atrasos de propagação dos modos que transportam a energia luminosa, tem por efeito a distorção dos sinais transmitidos, impondo, uma limitação da largura de banda do sinal transmitido.

A dispersão material, intramodal ou dispersão cromática está presente em todas as fibras, pois é decorrente da dependência do índice de refração do material da fibra com relação ao comprimento de onda, ela é resultado das diferentes velocidade da luz em seus vários comprimentos de onda .

Como o índice de refração depende do comprimento de onda e como as fontes luminosas existentes não são ideais, ou seja, possuem uma certa largura espectral finita (Δλ), temos que cada comprimento de onda enxerga um valor diferente de índice de refração num determinado ponto, portanto cada comprimento de onda viaja no núcleo com velocidade diferente, provocando uma diferença de tempo de percurso, causando a dispersão do impulso luminoso. Com uma fonte de luz (monocromática) ou seja, uma única cor, não existe dispersão cromática e todos os tipos de Dispersão Limitam a banda passante das Fibra, medida em MHz.km.

6.Como estão classificadas as gerações de sistemas ópticos?

São quatro as gerações de sistemas ópticos:
1ª. geração: 850nm – fibra multímodo (10km);
2ª. geração: 1.300nm – fibra multímodo (20km);
3ª. geração: 2.300nm – fibra monomodo (50km);
4ª. geração: 1.550nm – fibra monomodo laser de λ único (100km)
Os sistemas da 4ª. geração operam com taxa de erro de 5 bits a cada 10 bilhões (1 letra minúscula da EB pode chegar maiúscula, por exemplo).

7. Cite como estão classificadas as bandas ópticas e suas respectivas faixas de comprimento de onda.

  • 0,48µm à 0,7µm => VISÍVEL;
  • 0,7µm à 1,8µm => INFRA-VERMELHO;
  • 0,8µm à 0,9µm => Laser e LED GaAIAs;
  • 1,06µm => Laser YAG;
  • 1,1µm à 1,6µm => Laser e LED InGaAsP.;

Sendo de 0,6 µm a 1,6 µm região de baixas perdas na fibra.

8. Quais são os tipos de conectores ópticos mais utilizados?

Conector SC e conector ST são os mais utilizados.

9. Quais os tipos de atenuação que podem existir nos conectores ópticos?

- Fatores intrínsecos: aqueles que estão associados a fibra óptica utilizada, quando é feita a conectorização de uma fibra óptica, esta será ligada à um dispositivo óptico ou outra fibra através de um adaptador, existem, por mais perfeitas que sejam as fibras, diferenças entre seus núcleos e cascas, estas diferenças causam atenuações, estas atenuações são motivadas por diferenças na geometria do núcleo e diferenças na Concentricidade entre Núcleo e Casca.

- Fatores extrínsecos: são aqueles associados à conectorização, e são motivados por imperfeições quando da execução das conectorizações e as principais são: deslocamento lateral ou axial, que pode ocorrer quando há uma diferença entre os conectores por deslocamento da fibra instalada no ferrolho, ou deslocamento entre Ferrolhos causados por Adaptadores de má qualidade; deslocamento Longitudinal, que ocorre por que a luz vindo de um meio N1, no caso a fibra óptica, atravessa um meio N2, no caso o ar, e retorna ao meio N1, extremidade do outro conector, quando as fibras ficam ligeiramente afastadas; desalinhamento angular, ocorre quando o alinhamento dos conectores não esta dentro das tolerâncias exigidas. Parte da luz incidente não é aproveitada pelo conector receptor; qualidade da Superfície: Ocorre este tipo de atenuação quando a clivagem da fibra não foi bem executada, gerando uma superfície não perpendicular ao eixo da fibra ou uma clivagem diferente de 90º.

10. Quais são os quesitos a serem analisados antes de se fabricar um cabo de fibra óptica?

A estrutura do cabo óptico varia de acordo com cada aplicação que o cabo terá, tais como: se o cabo será instalado em dutos; se será enterrado diretamente; aplicado em postes; submarino; ou instalado em redes elétricas, como cabo pára-raios, por exemplo.

É importante ressaltar que diferentes tipos de cabos são responsáveis por proteções diferentes para fibras óticas.

11. Quais são as três propriedades mecânicas básicas para se fabricar um cabo de fibra óptica?

Resistência, fadiga estática e fadiga dinâmica.

12. Quais são as aplicações dos cabos ópticos dos tipos: Tight, Loose, Groove e Ribbon?

-O cabo tight foi o primeiro a ser usado para interligar centrais de telefonia, mas atualmente eles estão sendo usados em aplicações internas de curtas distâncias onde suas características de revestimentos se mostram muito favoráveis.

- O cabo loose é usado em sistema de comunicações de longas distâncias e ficam instalados em dutos, postes, enlaçamentos suspensos, percursos sujeitos a variações externas de temperaturas, enterrados ou na água.

- O cabo groove é muito utilizado para aplicações que necessitam um número grande de fibras ópticas já que este tipo de cabo esta disponível com contagem de até 864 fibras.

- O cabo ribbon destina-se a qualquer tipo de aplicação de transmissão de dados em alta velocidade, foram projetados para serem utilizados em aplicações de cabeamento estruturado de backbone e horizontal. Também podem ser utilizados em enlaces backbone, instalados em dutos entre edifícios.

13. O que são cabos OPGW? Quais são suas vantagens e desvantagens na instalação?

O cabo OPGW (OPtical fiber Ground Wire) é utilizado como cabo para rios das linhas de transmissão de energia. O cabo guarda possui em seu interior fibras óticas revestidas por alumínio, e esta integração entre cabo ótico e linha de transmissão deve ser baseado em preservar a função do cabo para raios e minimizar a intervenção na linha de transmissão existente.

Este cabo são como pára-raio e protegem contra curto-circuito, suas partes metálicas são capazes de suportar correntes extremamente altas. Eles são fabricados para resistir aos esforços e tensões a que estes estão continuamente sujeitos.

Tem como vantagem pequeno diâmetro externo, peso reduzido e excelente capacidade de corrente de curto-circuito.

14. Cite os tipos de emenda óptica e descreva o processo de emenda realizado em cada tipo. Qual o máximo de perda admissível em uma emenda?

A emenda óptica consiste é a junção de dois ou mais seguimentos de fibras, podendo ser provisória ou não, servindo para prolongar um cabo óptico, mudança de tipo de cabo, conexão de um equipamento ativo ou manobras em um sistema de cabeamento estruturado.

Os tipos de emendas são:

- Emenda por fusão: as fibras são fundidas entre si;

- Emenda mecânica: as fibras são unidas por meios mecânicos;

- Emenda por conectorização: são aplicados conectores ópticos, nas fibras envolvidas na emenda.

Independente do tipo de método de emenda empregado, sua atenuação máxima é de 0,3dB, de acordo com a EIA /TIA 455 – 59, para medidas feitas em campo.

06 fevereiro, 2008

"Aquele que perde dinheiro, perde muito; aquele que perde um amigo, perde muito mais. Aquele que perde a fé, perde tudo."

Eleanor Roosevelt


Frase retirada do site Ócio Criativo.

26 outubro, 2007

Se vira nos 30

Já dizia o sábio Lavoisier, "nada se cria, nada se perde, tudo se transforma." Não sabia ele que sua mais célebre frase seria aplicada as situações inusitadas e parafraseadas, "na televisão nada se cria, nada se perde, tudo se copia."
Na televisão brasileira é impressionante o quão contraditório é o que dizem. Vivem admirando e aplaudindo a criatividade brasileira, sempre enfocando o gentinho brasileiro de fazer tudo.
Nos programas televisivos fico espantado com a criatividade de nossos produtores em dar seu gentinho brasileiro em copiar programas, e o pior na minha opinião, descer o nível de qualidade em relação o original.
Cito como ilustração o programa "Se vira nos 30", que a intenção seria mostrar novos talentos e no entanto foi adaptado para mostrar um show pejorativo da maior qualidade de nossa nação, a criatividade. Cada apresentação que se segue parece mais com um argumento da nossa incapacidade de realizar algo extraordinário.
Vemos um show de bizarrices, carregado de ridículo. Como se não bastasse o apresentador agrava a situação. Confesso que é engraçado, mas não sinto orgulho no que vejo.
Deveriamos valorizar nosso invejável talento ao preço de inestimável.
Abaixo há um vídeo da versão original do "Se vira nos 30" o "America's Got Talent". Não é criativo mas é uma apresentação de ilusionismo original.

"Um gênio criativo não pode ser treinado. Não existem escolas para criatividade..."
(Ludwig von Mises )


24 outubro, 2007

Otimize seu PC

Quando o computador fica ligado muito tempo, você já deve ter percebido que seu desempenho reduz consideravelmente. Isso ocorre porque sua memória RAM fica sobrecarregada. Muitos recursos que foram utilizados e já foram fechados ficam armazenados na RAM para uma possível reutilização ou para carregar um programa mais rápido. E muitos outros recursos são carregados quando inicializado o computador.
Existe um programa o FreeRam XP Pro que resolve esse problema. Ele monitora sua memória RAM e quando ela fica sobrecarregada ele limpa, apaga tudo que está nela que não tem mais utilidade naquele momento, assim o desempenho do seu aumenta.
Há opções de configuração quanto ao monitoramento e é possível desativar o programa temporariamente sem precisar fechá-lo, o que é útil caso resolva jogar.
O FreeRam XP Pro está disponível para download em vários lugares da internet, como em sites especializados como o baixaki ou superdownloads.

18 outubro, 2007

Como baixar torrent - Azureus


Caros, nesse blog em postagens passadas foi indicado dois sites especializados em distribuir anime, o Fansubber.org e Seizu Animes, ambos utilizam sistema de compartilhamento torrent, rede P2P.

Aqui segue um breve tutorial de como fazer download através da rede torrent. Existem vários gerenciadores de torrent, semelhante a um gerenciador de download, cito como exemplo o BitTorrent, Bitcomet, µTorrent e o Azureus que será usando nesse tutorial.

Escolho o Azureus como exemplo devido ter uma interface limpa e intuitiva, além de permitir configurações avançadas a medida que você evoluir seus conhecimentos sobre torrent, indico também o µTorrent pela facilidade do manuseio.

1º - O Azureus é um aplicativo Java então será necessário instalar o Java Runtime Environment (JRE). Encontra-se o JRE em qualquer site especializado em download como o baixaki ou superdownloads. Pode fazer o download também direto do site da Sun que a criadora do Java, para isso clique aqui, selecione JRE, marque a opção "Accept License Agreement", em seguida clique no nome do sistema operacional que você usa e o download será inciado. Execute o programa, o processo de instalação é simples e demora alguns minutos.

2º - Agora vamos baixar o Azureus, é só acessar http://azureus.sourceforge.net/ e clicar em download.

3º - Depois de baixado execute o Azureus, clique em "next", marque a opção "
Accept License Agreement", continue clicando em "next". A instalação irá iniciar.

4º - Abra o Azureus o assistente de configuração irá iniciar e o auxiliará a configurar o programa conforme sua velocidade de internet.

5º - Logo que terminar a configuração será apresentada a tela abaixo, caso ela não apareça vá no menu Visualizar > advanced. Sua tela estará mais limpa que essa pois nessa aparece alguns torrent's que estou gerenciando.


6º - Agora é só baixar algum torrent. Quando você entra em um site de torrent costuma aparecer duas colunas, uma de nome seed e outra de nome leecher. Seed é quantas pessoas tem o arquivo completo para download e leecher é quantas pessoas estão fazendo o download naquele momento. Não pegue torrent que não tem seed, você não conseguirá fazer o download.
O arquivo que você baixar do site será pequeno, os maiores têm 200Kb. A extensão do arquivo é .torrent, exemplo:

nomedoarquivo.torrent

7º - Abra o Azureus vá no menu Arquivo > Abrir > Arquivo .torrent. Irá abrir uma pequena janela, clique em Adicionar Arquivo e selecione o arquivo que você baixou do site de torrent. Nessa mesma janela pode escolher onde quer salvar o arquivo que será baixado. O local padrão é uma pasta chamada Azureus Downloads localizada em Meus Documentos. Em seguida clique em OK.



8º - Pronto, o download começará. Na tela de gerenciamento a uma série de colunas indicando a a velocidade de download, upload, a quantas pessoas você está conectado, quanto você já enviou e já baixou e a outra opções que podem ser configuradas clicando com o botão direito do mouse na tela e selecionando configurações de colunas.

Você pode baixar vários torrent's simultâneos, ou parar um que já começou e retomar depois do lugar em que parou.

09 outubro, 2007

Fansubber.org


Caros dando uma certa continuidade na última publicação, vai mais uma dica sobre distribuidores de anime em rede P2P.
É também uma ótima opção para baixar anime, a qualidade de imagem e legendas são boas.
Trata se de uma rede fechada, não é necessário convite, cadastro gratuito e em troca um ratio de 0.4, ou seja, deve fazer um upload de 40% do que fez de download.
Uma vantagem existente no Fansubber.org que nunca tinha visto em outros grupos fechados. É que quando você está de seeder, disponibilizando um arquivo para download ou fazendo upload, e não tiver nenhum leecher, pessoa interessada em baixar o arquivo que você está disponibilizando, a cada hora que você ficar online ganha 1 ponto, a cada 20 pontos acumulados pode ser trocado por 1GB de download desconsiderando o ratio.
Em outras palavras a cada 20 horas que ficar de seeder mesmo que nesse período não faça upload será disponibilizado 1Gb de download ignorando seu ratio.
Este é o link: http://www.fansubber.org/